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Indústrias podem aliar conhecimento com prática para inovar

Aliar conhecimento a questões práticas para inovar.

Essa é a receita do professor especialista da Steinbeis University Berlin, da Alemanha, Peter Dostler, para que as indústrias possam criar um ambiente inovador.

Ele participou de uma palestra promovida neste mês pela Escola de Negócios da Faculdade da Indústria IEL, no Campus da Indústria, em Curitiba, durante evento de lançamento do programa Conexão Inova, iniciativa do IEL em parceria com a Universidade de Steinbeis, da Alemanha, para aumentar a competitividade das indústrias brasileiras.

O Conexão Inova abre oportunidade para as empresas encontrarem soluções inovadoras por meio do desenvolvimento de projetos.

Durante o programa, um profissional é escolhido para implantar esse projeto e participa, durante dois anos, de um mestrado e MBA em Gestão Corporativa Internacional, com módulos internacionais em Steinbeis.

“Com o Conexão Inova, o estudante, a Escola de Negócios da Faculdade da Indústria IEL e a empresa ficam alinhados no desenvolvimento de projetos que interessam à indústria para construir a inovação e aumentar a competitividade”, explica o gerente-executivo do IEL no Paraná, Eduardo Vaz.

Segundo ele, o IEL quer ajudar empresas a aumentar a inovação e, em momentos de crise, iniciativas como o Conexão Inova são diferenciais para as organizações.

Dostler também compartilha dessa posição first-class knock-off watches.

\"É a oportunidade de se repensar o modelo e os negócios\", diz. Para atingir a inovação, acrescenta, é necessário que a alta administração das empresas fortaleçam o ambiente.

É importante, diz o professor, ter a ideia, implementar o projeto e gerar recursos.

Para isso, os empresários precisam ter bem definidos os objetivos e estratégias, para gerar projetos e competências.

Ainda durante a palestra, o especialista mostrou índices que apontam para a baixa inovação da indústria brasileira.

\"O Brasil inova, mas pouco na comparação com Estados Unidos, China e Alemanha\", explicou.

Uma das razões apontadas para isso é que muitas ações de inovação ocorrem de forma isolada.

\"Governo, indústria e universidade não se juntam para isso\".

Texto e foto: Agência de Notícias Fiep.

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